ÚLTIMAS UNIDADES,arte contemporânea 2021/2022

Staying indoors has become the possibility to look inside. Most of this series of works are being made during the confinement period because of Covid-19. Impossibility to leave, impossibility to control, impossibility to predict the future.  In this period of confinement, the research I have been doing in relation to landscape drawing / painting reinforces the issue of building visual memory.

 

If my landscapes of 2018/2019 were the result of a hybrid visuality in the face of images dictated by the logarithms of social media with my reality of urban landscapes, now I have to deal with a limitation of the latter.  It has become the space for subjective observations and utopian interventions.

 

The series gathers diverse medias: photography, video,  painting,  collage and drawing of what I see-I imagine-desire.

Through the emergence of layers, the mythical and the real are found intertwined.
 

Cada planta, cada árvore que eu pinto, eu estabeleci de alguma forma, algum tipo de conexão. Eu tenho retratado as plantas sobreviventes do meu entorno que se tornam, para mim, símbolos de resiliência. 

 

Os títulos das pinturas são nomes de plantas que também são nomes de pessoas. Essa escolha evoca a ideia de  retrato, entendido como uma representação afetiva de alguém Não usei os nomes científicos das plantas em questão, pois não se trata de um destacamento devido às suas características genéricas de espécie, mas sim dessa relação afetiva que eu estabeleci com esses seres de resistência.